Não riam de mim #3
2 agosto, 2009
Pois é. Achava De repente é amor uma coisa tão bobinha, frouxa, tola mesmo. Agora há pouco, deitado no sofá, pensando em como desperdiçar uma madrugada de sábado pra domingo acordado, revi o filme. A fragilidade do filme permanece, mas hoje, estranhamente, senti algo. Um algo adolescente, ingênuo, do tipo que vivia quando tinha treze anos e achava todo e qualquer filme uma experiência deliciosa.
Por muito pouco não cheguei às lágrimas. Sério. Pode acreditar, ok. Tal como o filme, ando delicadamente frágil.
Pois é.
Até amanhã
7 junho, 2009
Olá. Sei que está com saudade dos meus escritos. Não se sinta culpado por isso. Eu mesmo, dia desses, senti-me culpado por não atualizar o blog com a freqüência costumeira de outrora, mas daí um pensamento intruso, seguido de uma reflexão leve, acalmou-me os ânimos: você tem dois leitores, e eles não são do tipo leitores vorazes, portanto, vá com calma. A reflexão leve já está embutida na frase que acabou de ler. Dito isso, ouça/veja o vídeo abaixo e salve seu domingo. Até amanhã.
On being funny
28 janeiro, 2009
Não sei ao certo qual era a intenção do pessoal do Apostos (provavelmente nenhuma, a não ser falar sobre o NADA e primeiras-damas pegáveis e não-pegáveis), mas o vídeo comprova a teoria de que quando há erudição exacerbada, sobretudo reunida numa única mesa, não há humor nem improviso.



