Yes, I’m alive
28 janeiro, 2009 · Imprimir
Visto 151 vezes, 1 apenas hojeDeveria ter escrito sobre uns 10 filmes que vi antes do Globo de Ouro, mas a vontade de não escrever foi maior. Preguiça mental e física. Meus dedos estão sofrendo de reumatismo, pode acreditar. As notas rápidas (mais cotações do que comentários propriamente) abaixo traduzem o momento full time pelo qual ando passando.




Milk
Gus Van Sant às voltas com um cinema mais “documental” e menos lírico e EXPERIMENTAL do que seus últimos filmes. O maior papel de Sean Penn desde Sobre Meninos e Lobos.




Quem Quer Ser Um Milionário?
Ganhará tudo o que disputar. O primeiro filme dito globalizado dessa era. Eu fico do lado de Milton Santos.




A Mulher Sem Cabeça
Letárgico e de tessitura mais frouxa, assim como O Pântano, Lucrecia faz um filme de terror psicológico à Kubrick e mostra o porquê é a maior realizadora do cinema argentino atual.




Gran Torino
Acerca dos comentários envolvendo o retorno de Dirty Harry, três palavrinhas: Will Munny BACK. A moral de Clint continua inabalável, assim como seus personagens e narrativas. Um ATOR despedindo-se do cinema num dos grandes desfechos do ano.




MR 73
Niilista até o caroço, Olivier Marchal dá o feixe preciso a uma trilogia descida ao inferno sem escalas. Auteuil fez com que eu quase emulasse seus trejeitos pela sala, indiferente aos demais (pensei seriamente em aderir ao cigarro e a bebida, mas declinei ao primeiro gole de um vinho barato encontrado na geladeira). A abertura (5 minutos) renderia um texto de 5 páginas, no MÍNIMO. O desfecho um ensaio de Bernardet.




O Lutador
Darren Aronofsky troca a grandiloqüência inócua (Fonte da Vida) pela essência, e faz o Rocky da geração 00. Mickey Rourke está sublime. Não ganhará o Oscar, mas é o MAIOR do ano.




O Visitante
Tão agradável quanto caminhar numa ciclovia.











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