2 Dias em Paris
23 março, 2008 · Imprimir
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Depois de Annie Hall, é difícil tratar com graça e profundidade e inventividade as relações amorosas. Mesmo que você tenha trabalhado com grandes diretores, seja uma ótima atriz, tenha o material humano e de acessórios muito bem montados, parece sempre faltar algo. Ouve-se ao fundo um eco de Woody Allen, e isto não está ligado aos seus óculos enormes e de armação preta ou seu namorado um tanto paranóico. Talvez a locução over e determinados diálogos bem-humorados e intelectuais, bem como situações inusitadas mas não tão bem aproveitadas, sejam a herança adquirida do bom velhinho. Finais tristes e sorridentes, também.




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